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Temer assumiu efetivamente o comando do Palácio do Planalto em 31 de agosto, após o Senado cassar o mandato de Dilma.

O Exercício agora é olharmos para 31 de agosto de 2018. Qual será o futuro do nosso Brasil?

 

Finalizamos o primeiro semestre e hoje, 31 de agosto completou-se um ano do Impeachment do governo Dilma. Tínhamos expectativas de que o nosso país sairia da inércia, mas isto ainda não aconteceu, pelo contrário, não tivemos nenhuma mudança que pudesse fazer com que enxergássemos um outro Brasil, mas temos votações em 02 de outubro de 2018 e podemos com consciência construir uma nova realidade. Já passou da hora de nós brasileiros mudarmos de atitude.

Você se lembrava da data de hoje? Provavelmente não, e isto nos traz uma falta de discernimento de enxergarmos o presente e o futuro. Só faltam 14 meses para a construção de uma nova consciência.

Vamos aqui fazer um rápido resumo e algumas das minhas considerações para reflexão de todos:

  1. Ao assumir o país, Temer formou uma nova base aliada, encabeçada pelo PMDB e composta, principalmente, por ex-aliados do PT, como PP, PR e PSD, e por adversários de Dilma, entre os quais PSDB, DEM e PPS, e para construir sua base no parlamento, distribuiu cadeiras na Esplanada dos Ministérios para uma série de senadores e deputados de vários partidos.

Para ser um bom líder precisamos fazer acordos, vocês não acham?

  1. No perfil do novo ministério não havia mulheres, nem negros no primeiro escalão indicado pelo novo presidente, uma vez criticado ele fez algumas reuniões com mulheres parlamentares.

Como você mulher imagina que deveria ser o próximo governo? Porque não existe espaço igualitário para nós?

  1. Para marcar a diferença de estilo, em relação à Dilma, Temer imprimiu mudanças rápidas no campo político e passou a negociar a votação de projetos diretamente com as bancadas do Congresso Nacional.

Quando se quer velocidade, se consegue, não é mesmo?

  1. Estrategicamente, Temer fez reuniões intensas com deputados e senadores no Palácio do Planalto para fazer alianças políticas.

Isto não deveria acontecer com mais agilidade e frequência? Qual o tipo de liderança queremos no futuro?

  1. Rapidamente os projetos para definição do teto para os gastos públicos, as reformas na Previdência Social e a Consolidação das Leis do Trabalho, foram agilizados para discussão no parlamento em tempo nunca visto no país.

Um líder eficaz tem este papel e é assim que vejo um novo país, porque para sair do comodismo precisamos estar na crise? Já não é hora de mudar?

  1. Mesmo conseguindo conter a inflação para um patamar abaixo da meta do Banco Central, o desemprego ameaça a já corroída popularidade de Temer, que, atualmente, está em 9%. A liberação do saque das contas inativas do FGTS foi apenas um paliativo.

Estamos entrando na casa do 14 milhões de desempregados no Brasil, e agora? De que forma cada um pode se reinventar?

  1. Principal vitória do governo Temer em 2016, a emenda constitucional que estabeleceu o limite para os gastos públicos controlará, pelos próximos 20 anos, as despesas da União (Executivo, Legislativo e Judiciário), que só poderão crescer conforme a inflação do ano anterior.

Parabéns Presidente, finalmente uma decisão pensando em gestão e crescimento. Não estou aqui para ver apenas os pontos negativos, mas com a intenção de criar uma consciência ao público que hoje me é fiel.

Fonte de pesquisa: http://especiais.g1.globo.com/politica/2017/1-ano-do-governo-do-presidente-michel-temer/

Participe, envie sua opinião.

Vamos crescer juntos por um Brasil melhor.

3 Comentários

  1. Vladimir Silva disse:

    Tarsia
    Nosso país tem que ter um destino e não se perder no trajeto! As coisas estão piorando cada dia mais! Aumento de impostos, desemprego, vergonha política mundial!
    O Brasil só perde na corrupção para a Somalia! Uma vergonha mundial!
    A nossa sorte mineiros que temos você é seu irmão, como exemplos, com uma ótima índole que me enche de orgulho!

  2. Aurélio disse:

    O presidente Temer se afastou do programa de governo e não tem legitimidade política, entretanto, se mostra um articulador bom com o congresso e o senado. As ações de corte de gastos foi realizado de maneira equivocada e foge as regras convencionais. A redução de despesas deve estar atrelada ao investimentos de retorno. 2018 está chegando e não podemos cometer o mesmo erro.

  3. Eduardo Carvalho disse:

    Sinceramente querida amiga, não vejo nada de bom no modo de governar do Sr Presidente Temer, pelo contrário ele só consegue fazer as coisas “comprando” os seus “aliados” e para mim isso não é ser líder. Na política eu concordo que tenha articulações e acordos, pois faz parte, mas com uma nação afundada em dívidas, corrupções, desemprego em massa e numa inércia em todos sentidos o Sr. Presidente se vende abertamente para se manter no cargo que já deveria ter deixado. Isso para mim não é líder, porque liderança de faz e nunca se compra…. obrigado pela atenção….adoro suas postagens e reflexões, são verdadeiros ensinamentos…. sucesso …beijos mil

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