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chão de fábrica

Cada pessoa é importante para o bom funcionamento de um negócio. Mas perde muito o gestor que se distancia da maior parte das pessoas que formam uma empresa: aquelas que vivem o dia a dia da operação, no chão de fábrica. São eles que guardam a sabedoria que realmente constrói um negócio de sucesso.

Todo negócio começa com um empreendedor, alguém que acreditou em um sonho, estudou o negócio e o trabalho a ser realizado. Há 50 anos, foi assim que meu pai começou a Transpes. Uma empresa que trilhou um belo caminho, sempre apostando nas pessoas para crescer.

De acordo com as ferramentas que hoje temos disponíveis no mundo dos negócios, para se fazer qualquer empreendimento, deve ser gerado um plano de negócios que contemple informações sobre o mercado, a concorrência, o investimento a ser realizado e o retorno do capital investido.

É com base nesse “plano de voo” que o empreendedor inicia sua jornada, mas a base do sucesso sempre estará nas pessoas, pois são elas que realizarão o trabalho e que vão gerar força e credibilidade no mercado.

Cada pessoa é importante e carrega em si experiência e sabedoria da vivência, da prática. Ficar apenas no planejamento pode ser um erro tremendo. É com o chão de fábrica, ou com a operação de um negócio, que a força empreendedora passa a ser realidade.

São essas pessoas que dominam o segredo da produtividade e que, de acordo com o crescimento da empresa, buscam formas e soluções que aumentem o seu resultado. São elas que dão as respostas para que o planejamento seja revisto, são elas as detentoras das métricas, que direcionam a empresa.

Independente de qual é o seu negócio, o segredo é estar disposto a ouvir e reconhecer todos aqueles que estão na base da cadeia e que sustentam o seu negócio. Aquelas pessoas que diariamente realizam e desenvolvem ferramentas e ideias criativas para melhores resultados.

6 Comentários

  1. Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

    A um passado não muito distante, se perguntassem aos gestores o que era mais importante em sua empresa, grande porcentagem diria que são os CLIENTES, aqueles que utilizam os serviços ou adquirem os produtos. Uma realidade onde se via o SALÁRIO dos “empregados” (odeio esse termo) como uma despesa.

    Hoje vivemos uma realidade completamente diferente. O mundo dos negócios tem caminhado para uma nova visão, aquela que vê como mais importante dentro de uma empresa os seus COLABORADORES. Hoje um dos principais investimentos em uma organização é no seu Capital Humano. Isso pode ser um diferencial enorme no mercado.

    • Paulo Gil disse:

      Ricardo Lelis, bom dia.

      O mundo dos negócios tem caminhado para uma nova visão, mas infelizmente a cabeça das pessoas e a Gestão de Pessoas, ainda não “ligou o motor”
      para aplicar novas formas de relacionamento profissional;salvo raras exceções.

      Os egos ainda falam mais forte.

      Mas sou otimista.

      Att,

      Paulo Gil

  2. Paulo Gil disse:

    Tarsia, bom dia.

    Permita-me um complemento.

    Ouvir e reconhecer é fácil e até algumas empresas o fazem, mas penso que o índice é baixo.

    O que precisa ser feito é um trabalho de análise do que se ouve e principalmente admitir que o “peão”, também pensa e mesmo se tem poca escolaridade
    ele também tem inteligência.

    E depois dar um retorno ao “peão” que deu a ideia, explicando para ele o porque a sua ideia será aplicada ou porque ela não será aplicada.

    Mas infelizmente sinceridade no mundo corporativo não é um ponto forte e nem bem recebido por quem ouve.

    Um exemplo que ocorreu comigo, num curso de Pós Graduação latu senso.

    Na primeira aula o professor disse:

    “Aluno está aqui para ouvir e não falar; eu sou o professor”

    E por ai vai, mas sou otimista, essa mudança ocorrerá por inércia.

    Muda ou muda, que não mudar não irá de destacar.

    Att,

    Paulo Gil

    • Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

      Boa noite Paulo Gil,

      concordo com o que disse. Mas a partir do momento que o mercado focar no capital humano ou qualquer foco que acontecer, aqueles que não se adequam em um futuro não muito distante serão cartas fora do baralho.

      O ego das pessoas é algo que me assusta muito, mas eu sempre vou optar por confiar nas pessoas e em suas mudanças.

      Grande abraço!

  3. Rosangela Goes disse:

    Reconhecer o profissional, aproximar-se, será sempre o primeiro elo de uma produtividade.
    Retransmitir a preocupação com o outro, nunca terá tecnologia que substituirá. O contato e extremamente importante.
    Parabéns Tassia, por mais gestores assim.

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