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A fé acima de dogmas e como o mundo corporativo pode voltar a brilhar

O filme A Cabana está nos cinemas. Já foi ver? Eu recomendo, é uma obra que nos faz repensar do que somos feitos, quais valores seguimos e até que ponto crenças cegas podem nos impedir de seguir em frente. Para o mundo corporativo, pode ser um lembrete de que por maior que tenha sido a crise, é tempo de dar a volta por cima.

A história do pai que perde a filhinha mais nova, ainda criança, para um matador de meninas, e que, por isso, quebra de uma vez por todas a sua relação com Deus, mas que, em uma viagem retorna ao local do crime para entender o que de fato traz em seu coração e de que forma sobreviver às mágoas fez muito sucesso em forma de livro e está levando multidões aos cinemas. Eu fui ver e posso dizer: vale a pena.
Não podemos fugir de passar por momentos ruins. A noite sempre chega, como dizem, mas o dia brilha da mesma forma depois. Tudo passa e guardar mágoas ou ser boicotado por verdades que foram construídas em momentos de dor pode ser extremamente prejudicial. É preciso aprender com a dor.
Da mesma forma que o pai que, no filme, perdeu a pouca fé que tinha, nós perdemos também, de alguma forma, nossa fé no outro, no país, no mercado. Quantas vezes deixamos de agir corretamente, levados por uma falta de esperança no agir do outro. Perdemos as boas expectativas, uma boa parte da nossa crença de que somos capazes de nos reerguer.
E não é verdade. O pensamento precisa ser exatamente o oposto: se o outro não age da melhor maneira, essa não deve ser a minha baliza. Meus valores precisam ser mais fortes, eu preciso acreditar na força que há em mim. Se cada um acreditar em si e for atrás dos seus ideais, ninguém segura esse país.

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