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Em um mundo de ansiedades, a chave é não se cobrar excessivamente

se cobrar

Queremos vencer, queremos que nossos planos dêem certo, queremos a perfeição. Essa necessidade gera ansiedade que, por si, traz a cobrança excessiva, a tendência de se cobrar. E aí, quando nos vemos imperfeitos, pois todos somos, nos sentimos impotentes, incapazes e diminuímos exponencialmente nosso potencial. Vale refletir: estou me cobrando demais?

Se eu puder dar um único conselho para começar 2017, seria: não se cobrar excessivamente. Esse assunto é, para mim, uma das maiores armadilhas na hora de controlar, internamente, minha ansiedade. Muitas vezes, aparentamos serenidade, mas estamos sendo atacados por um turbilhão de pensamentos e auto cobranças.

Desde muito cedo, geramos ansiedade. Uma sensação paralisante de que nunca damos o bastante de nós e que, mesmo que nos esforcemos muito, a cobrança ainda estará ali. Sou uma admiradora do trabalho do psiquiatra e escritor Augusto Cury, que defende o Programa Gestão da Emoção no novo método da Escola da Inteligência. Esse método, conforme citado pelo próprio autor:

“…tem como objetivo principal promover a educação das emoções, o pensar antes de agir e reagir, o autocontrole e o desenvolvimento das funções mais nobres da inteligência, como a empatia e a resiliência. Para isso, aconselha-se o aumento da participação da família na formação integral da criança, uma vez que todos os envolvidos no processo de educação (escola, educadores, estudantes e familiares) são beneficiados com mais qualidade de vida e bem-estar psíquico. Na explicação de Cury, o Programa Gestão da Emoção é para que crianças e adolescentes se tornem mentes brilhantes e profissionais com competências que as universidades não propiciam, tais como ousadia, capacidade de filtrar estímulos estressantes; capacidade de trabalhar perdas e frustrações.” – Fonte

Limites

Entendo, a partir dessa reflexão, que devemos quebrar paradigmas e ter a coragem de promover um comportamento mais qualitativo e saudável para, dessa forma, propor a nós mesmos objetivos para uma vida feliz. E desde cedo. Nem sempre o que o mundo propõe é exatamente o que devemos exigir de nós mesmos. Temos de conhecer nossos limites e controlar nossa ansiedade, entender quais são os nossos pontos fortes e não exigir de nós talentos que não possuímos.

Desde sempre, aprendi a formar equipes em que talentos se completam e delegar para cada um aquilo que faz com excelência.  Sendo assim, construímos estratégias saudáveis para não cair em nossa própria armadilha e não nos cobrarmos excessivamente.

7 Comentários

  1. Geraldo Afonso Porto Pedrosa disse:

    Excelente texto, Tarsia!!! Parabéns!!!
    Sucinto, claro e objetivo.

  2. Andrea Reis disse:

    Arrasando como sempre!
    Ótimo texto! Saiba que vou tirar muitos ensinamentos dele!
    Parabéns! 👏🏻🔝😘

  3. Fabiola disse:

    Perfeito!

  4. Acredito no Talento e sensibilidade em descobrir no seu semelhante a pérola que cada um tem dentro de si e deixar fluir a criatividade do outro, assim se valoriza o próximo, dando a ele a chave para abrir a porta do sucesso!
    Parabéns a você Tarsia GONZA,LEZ, que dá assas aos sonhos de seus funcionários na evolução do ser.
    Abraços

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