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Compartilhando experiências: Descobrindo Heróis, de Gilmar Lima

descobrindo heróis

 Como fiquei grata ao receber o livro Descobrindo Heróis, de Gilmar Lima, que assim como eu também participou do quadro Chefe Secreto, do Fantástico. Não consegui parar de ler e foi maravilhoso poder ver ali experiências que também compartilhei.

O livro Descobrindo Heróis, de Gilmar Lima, fala sobre a experiência de participar do quadro Chefe Secreto e de como isso nos proporciona ter contato com os verdadeiros heróis, aqueles que estão na base da empresa, ajudando a construí-la no dia a dia.

Gilmar e eu compartilhamos opiniões relacionadas à essa experiência. Segundo ele próprio, “o Brasil está carente de valores, amor, bons exemplos e líderes que se importam de verdade. Nossa missão com gestores é desenvolver pessoas e transmitir valores”. É exatamente o que penso, que podemos, com nosso olhar sobre o todo, sobre um time completo que forma a empresa, mudar também o olhar das pessoas. Mas, para isso, temos que compartilhar essa vivência. Como faço aqui no blog.

Gilmar enfatiza que, em breve, ter equipes motivadas não será o suficiente: “temos que criar uma corrente do bem, transformando equipes padrão em equipes felizes, criativas e inspiradoras”. E não é o melhor mesmo? No livro, ele também destaca a importância da família, dos amigos e do esporte, com o que me identifiquei incrivelmente.

Gilmar conta que o que mudou na visão dele sobre gestão com a experiência que viveu é o fato de que temos que ouvir mais as pessoas, cuidar muito bem da comunicação e alinhamento entre a cultura, estratégia e perfil da equipe. Talentos devem ser maiores do que cargos e títulos. Eu acredito nesse mesmo pensamento: pessoas são incríveis e temos que buscar o melhor delas.

Na contribuição para nosso blog, Gilmar explica: “cada líder tem suas crenças e sua forma de fazer a gestão. Não existe certo ou errado, desde que todos percorram seus caminhos e seu modelos de gestão com ética, valores e principalmente cuidando das pessoas com carinho, sensibilidade e com respeito”.

O livro Descobrindo Heróis foi lançado no dia 10 de novembro e está nas melhores livrarias. Hoje, Gilmar estará na Livraria da Travessa, em Ipanema, no Rio de Janeiro, para uma noite de autógrafos. Eu recomendo!

4 Comentários

  1. Sérgio Valério Gonçalves disse:

    Assim como exercitar o corpo, a mente também precisa exercitar e nada melhor do que um bom livro, quando se está ocioso sobra espaço para o pensamento negativo, aceitarei a dica e tentarei adquirir um exemplar, como me encontro desempregado tenho que medir a água e o fubá. Valeu

  2. Pedro disse:

    Em pequenos detalhes,e convivência descobrimos corações enormes potência ,encrivel e idéias maravilhosa que faz uma grande empresa, a melhor parte delas são as pessoas que coloca ali todo seu futuro e esperança ….

    .Pedro Martins

  3. Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

    Boa noite Társia,

    gosto de livros de grandes empreendedores. Todos têm algo a nos ensinar. Todos possuem atributos distintos.

    Concordo muito que ter apenas uma equipe eficiente um dia pode ser pouco, mas eu não consigo, mesmo hoje, visualizar uma equipe eficiente que não seja feliz. Já falei aqui no blog sobre a importância do bem estar na equipe, onde não basta você fazer algo para se sentir bem sozinho. Se todos à sua volta não estiverem bem, bem provável que você não ficará 100%. É preciso trabalhar também com as pessoas à nossa volta. Incluo nisso família, amigos, companheiros de trabalho e pessoas que simplesmente cruzamos diariamente no decorrer do dia.

    Eu acredito muito no bordão “Um bom dia não mata ninguém!” e dependendo da situação, um simples bom dia dê a uma pessoa que você cruza no metrô diariamente pode fazer o dia dela valer muito a pena.

    Grande abraço!

    Ricardo Vasconcelos Lelis

  4. Paulo Gil disse:

    Tarsia, bom dia.

    Para mim é tudo muito claro, mas até o momento não vejo novidades.

    Porém, após o “Efeito Lava Jato”, não dará mais para dizer que Papai Noel existe
    e este será o único legado positivo deste efeito, pois a recuperação dos valore$ $erá impo$$ível.

    Com todas as modernidades teóricas e filosóficas do mundo corporativo; até o presente momento
    ainda o setor operacional é denominado de “chão de fábrica”.

    Meu avô que trabalhava com sapatos dizia:

    “Sapato, é a única dúzia de 24 e está sempre por baixo”

    E o “chão de fábrica” continua, apesar dos modernos e limpos pisos de epóxi e
    processos robotizados (mas não humanizados).

    A nomenclatura pode até ser atualizada, mas o problema não está no “chão de fábrica”,
    o problema está em toda a cadeia de gestão e não na operação.

    Na área do buzão, todo terráqueo sabe que motor dianteiro é o “inferno na Terra” e algo mais,
    mas na prática dá-lhe motor dianteiro (cabritinho).

    Ok, não sou tão inocente assim e sou consciente dos motivos da existência dos buzões motor dianteiro,
    mas um choque de gestão pode e muito melhorar esta questão para o operador do “chão do asfalto”.

    O problema na operação tem origem na gestão; lembrando que não sou contra o lucro obtido com trabalho.

    Esta á a minha “Visão Reversa”.

    Att,

    Paulo Gil

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