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reconhecer o que há de errado

O primeiro passo para reconhecer o que há de errado é questionar. O segundo, ter a coragem para ir a fundo e perceber de onde está vindo o erro. Um gestor precisa, antes de tudo, ter humildade suficiente para reconhecer tanto os erros quantos os acertos, e buscar as parcerias certas para reverter a situação.

Ao fazer um levantamento sobre seu negócio, você se depara com um problema. Os dados não batem, as metas não são atingidas, as pessoas não estão satisfeitas. E agora? Como proceder?

O primeiro passo é reconhecer que existe algo a ser modificado. O reconhecimento da necessidade de uma melhoria só pode acontecer a partir do momento em que temos total domínio dos processos da nossa empresa. Você conhece sua empresa? Conversa com seus funcionários, entende de cada etapa, busca informações que possam agregar para cada setor?

Independentemente de qual seja seu negócio, uma das maneiras mais eficazes de se garantir a qualidade e os resultados positivos é por meio do controle constante e do monitoramento. Metas e métricas revisadas constantemente e que sejam reais e possíveis, pois não há nada mais frustrante do que estabelecer objetivos irreais para seu negócio. Quando metas são atingidas, não é só você quem ganha – todos sentem-se valorizados.

Eu sugiro auditorias internas feitas, no mínimo, anualmente. Isso porque, a partir delas, surgem as oportunidades de melhorias preventivas e a análise das não conformidades existentes. A participação de cada gestor nas discussões e busca de soluções devem ser constantes no dia a dia, em parceria com seus colaboradores, gerando excelentes resultados.

Quando um gestor mantém seu time constantemente incentivado a buscar resultados todos se movem na mesma direção, criando oportunidades e gerando melhorias que promovem crescimento. Não podemos cessar a comunicação interna, pois só ela une a gestão e seus objetivos, e os colaboradores e o estímulo que eles precisam para gerar mudanças e atingir metas.

Tudo muda muito rápido, nos dias de hoje. A tecnologia traz inovações e necessidades novas a cada momento e só a revisão constante de processos pode garantir que você esteja atento a erros e possa propor acertos na mesma velocidade.

4 Comentários

  1. felix mariano disse:

    Eu sugiro que todo empresário deveria percorrer suas unidades fabris, e simplesmente observar, todo empregado se sente importante quando o patrão participa da empresa ativamente

  2. Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

    Bom dia Tarsia,

    tema técnico mas instigante. rsrsrsr
    Mas vamos lá….

    Tive oportunidade de trabalhar com consultoria por um tempo. A vida na cidade de interior, às vezes faz certos conceitos chegarem de forma tardia. A consultoria não foi diferente. Temos um campus da UEMG porém ele é recente, não tem nem 15 anos de existência aqui. Com o curso de administração de empresas, chegou outra realidade com a administração das empresas da cidade.

    Como administrador acho a profissão linda, porém injusta. Injusta pois infelizmente todo mundo “acha” que é administrador. E administração não é apenas gerir o dinheiro e pagar as contas.

    Se toda empresa soubesse os benefícios do investimento em auditorias e consultorias, todos fariam o investimento. Engana-se quem pensa que auditor procura apenas erros ou falhas. Auditor pode ajudar a melhorar o que já é bom. Acredito eu que, se toda empresa, desde a micro empresa até as grandes multinacionais, trabalhassem de forma sistêmica e constante com auditores e consultores, não teríamos altos índices de fechamento de empresa. Sei que não depende apenas disso. Sei que a política econômica é um fator forte na sobrevivência da mesma, mas já ajudaria bastante a sobreviver no mercado.

    Procurei ler mais sobre a Transpes. Em um país de dimensão continental como o Brasil, uma empresa de logística bem gerida está destinada ao sucesso.
    Parabéns à toda equipe pelo trabalho prestado com eficiência para a sociedade brasileira.

    Grande abraço!
    Ricardo Vasconcelos

  3. Geraldo Afonso Porto Pedrosa disse:

    Uma boa forma de se fazer auditoria interna é através de células de colaboradores da área a ser auditada e de fora da mesma para que se possam confrontar pontos de vistas e experiências diferentes.

  4. Paulo Gil disse:

    Tarsia, bom dia.

    Administrar, cansa.

    É uma rotina que perde a graça em pouco tempo, é igual contabilidade.

    Como diz meu sábio pai, a contabilidade é fotografia de uma empresa no instante “t”.

    Uma contabilidade impecável mostra tudo, até “desvios” diversos.

    Mas na hora de lançar “x” notas de entradas e “y” notas de saídas ai começa a rotina, claro hoje temos softwares, mas a operação “débito x crédito”
    é a mesma desde a contabilidade manual com a Ficha Triplice (se não me falha a memória), quem tem mais de 50 anos e atuou com contabilidade sabe
    e utilizou essa ficha e uma máquina Olivetti com carro grande para fazer a contabilidade.

    Embora haja toda uma evolução e inovação, muitas coisas são as mesmas, apenas com uma velocidade maior; por exemplo aquela maquinha Facit
    dos almoxarifados X os códigos de barras, CRCode, softwares e hardwears.

    Tanto a Facit como os códigos e softwares, simplesmente fazem a mesma coisa, ou seja uma simples operação matemática ; temos 1000 peças em estoques,
    vendemos 999; sobrou 1.

    Há séculos temos: 1000 – 999 = 1, claro que com a resposta em menor tempo.

    Porém no dia a dia de nossas relações e nas empresas em geral, nos deparamos diariamente com os mesmos problemas, na verdade na prática nada evolui.

    Claro que todos já ouviram estas frases.

    Você ligou para a Empresa X; issó é obvio, afinal você quer falar e discou o número da empresa X.

    Sua ligação é muito importante para nós; nenhum cliente quer saber disso e por ai vai.

    Penso que a melhor forma para saber o que está errado é DIALOGAR e essa não é uma prática do dia a dia na minha opinião.

    Metas na sua grande maioria são em empurradas guela abaixo, e quem ousa a dizer que não dá, será de cara mal visto, não colaborador e “fritado”.

    Por isso penso que só o diálogo entre colaboradores x chefia; chefia x supervisão; supervisão x gerência, gerência x diretoria e diretoria x Presidência é o bom caminho.

    Mas desde que haja realmente um diálogo e não um monólogo.

    Outra opção verdadeira é a empresa se posicionar, sabemos disso, mas faremos assim mesmo.

    Esta resposta resolve muitos problemas e todos trabalham da forma que tem de ser feito, sem pensar que há a hipótese de fazer de outra forma.

    Espero ver isso um dia na prática, ou não.

    Diálogo SIM, monólogo NÃO.

    Att,

    Paulo Gil

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