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contratar

Como saber se aquela pessoa é a peça que faltava para seu time? Como entender o processo que deve ser feito para ser ainda mais assertivo na hora de escolher e contratar um funcionário? A peça chave que pode estar faltando na contratação é a empatia.

Contratar não é processo fácil. Apaixonar-se por alguém em uma primeira entrevista é muito fácil, especialmente se temos em mãos um bom currículo e um histórico profissional impecável. Entretanto, para fazer parte de um time, uma pessoa precisa ter qualidades específicas, que casem com a expertise daqueles com quem vai trabalhar.

A contratação, para ser assertiva, precisa passar por um processo de competências e etapas que contemplem aspectos funcionais, técnicos e de personalidade, que possam completar um panorama amplo. Quanto mais nos cercarmos e desenvolvermos ponto a ponto o processo, mais segurança teremos de que o profissional escolhido tem o perfil desejado para o nosso negócio.

Tenho, hoje, um processo estruturado e qualificado dentro da Transpes, construído em anos de trabalho, e que funciona com muito sucesso. O início sempre parte da descrição completa do cargo e das competências desejadas para o novo funcionário, e o processo sempre é aberto para quem já faz parte da empresa, valorizando talentos e possibilitando crescimento e readequação de carreiras.

Para vagas externas, o mais importante é conciliar o perfil do candidato, sua experiência e formação com as necessidades da empresa e do gestor imediato da área. A empatia entre o profissional escolhido e o gestor que irá liderá-lo é fundamental. É o gestor quem vai direcioná-lo e conviver com esse profissional no dia-a-dia. Por isso, a decisão final sempre tem que ser da liderança imediata. Contratar é uma mistura de lógica, conhecimento e sentimentos. Quando envolve pessoas, um processo nunca pode ser 100% mecânico, pois a empatia é fundamental.

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8 Comentários

  1. Francisco camara disse:

    Sucesso vem quando fazemos o que gostamos , trabalhando com prazer e ajudando ao próximo com nossas atitudes.

  2. Ismail rocha disse:

    E o desconhecido assusta a todos

  3. Agno Jesus Viana disse:

    Gosto muito das materis vc faz muito enteressate

  4. Vinicius Granato disse:

    Recrutar é uma arte!!!!! A percepção e a empatia são chaves fundamentais para acertividade do R&S.
    Ótimo texto Tarsia.

  5. Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

    Bom dia Tarsia Gonzalez,

    mais um excelente post. Parabéns!
    Sobre o assunto do texto concordo com o quesito empatia. Uma organização deve buscar um colaborador e não um empregado. Colaborador veste a camisa, trabalha pensando na equipe e no sucesso da empresa. Se isso acontece ele será um dos beneficiados por esse sucesso. O empregado ele apenas trabalha em busca do seu salário no final do mês.

    Uma pessoa pode ser “empregada” em uma empresa, mas talvez em outra, essa mesma pessoa seja a “tampa da marmita”, a pessoa ideal, a empatia perfeita. Essa identificação é um trabalho que deve ser muito bem feito pela organização que contrata, afinal treinar alguém requer tempo e custos e não pode ser um tempo e custo perdido.

    Hoje eu fico muito desapontado com empresas que simplesmente eliminar candidatos pelo simples fato do mesmo ter “nome sujo” em órgãos de proteção ao crédito. Além disso ser ilegal, eu me pergunto… Se a pessoa não tiver oportunidade de trabalhar para gerar renda, como irá quitar suas dívidas? Talvez ela tenha entrado na situação por problemas adversos que não seja por falta de caráter… infelizmente temos na sociedade muitas pessoas assim (desonestas!), mas felizmente isso é minoria.

    Toda pessoa tem algo a oferecer a alguém em algum lugar. Digo isso como pessoa e como profissional.
    Todos são dignos de voto de confiança e oportunidades. Podemos lapidar funcionários que ao invés de vestirem a camisa, tornam a camisa da empresa sua própria pele.

    Grande abraço e parabéns pelo trabalho!

  6. Paulo Gil disse:

    Tarsia, bom dia.

    Este é um tema “picante” e vou fazer o papel do “advogado do diabo”.

    Realmente, contatar não é um processo fácil, mas ser contratado é muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito mais difícil ainda.

    Esta questão é sempre vista pela ótica (referencial) da empresa (Poder Econômico) em relação ao empregado (Sem Poder Econômico na maioria das vezes).

    Agora vamos inverter o referencial, veremos pela ótica do empregado (Sem Poder Econômico na maioria das vezes) em em relação à empresa
    (Poder Econômico), ou seja, a “visão reversa”.

    – Colaborador, não existe, o empregado que quer colaborar encontra “n” barreiras, que todos já sabem qual é.

    – Envia-se o curriculum com todos os dados e no primeiro encontro, você recebe a “pranchetinha” e lhe dizem, preencha aqui… (Pra que se o curriculum tem tudo, ou quase tudo???)

    – Em especial na famosa dinâmica de grupo (agora com “reality” de escape e outros) o candidato é exprimido como uma laranja em espremedor de padaria,
    e quando você incia sua atividade, descobre que o seu “gestor” não foi exprimido como você, pelos motivos que todos já sabem também.

    – A teoria na prática é outra e muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito diferente .

    O “x” da questão é a Gestão de Pessoal, diária e dinâmica com diálogo, mas por ora ainda creio que fica só no campo das ideias.

    Claro que existem exceções, visões e experiências mais positivas; mas fica ai a “VISÃO REVERSA” para reflexão.

    Att,

    Paulo Gil

  7. Ciane disse:

    Excelente postagem👏👏👌

  8. Você me inspira !!! Que esta missão de vida posso chegar a muitos espíritos que precisam de luz !!!! Gratidão 💙🙏🏼😀

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