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Como conquistar respeito de seus times: uma questão de educação

 O mundo político precisa de nobreza, uma mudança de comportamento moral que vai ser refletida na dignidade do nosso país, na forma como ele é visto e como as pessoas sentem que são ou não valorizadas. E a mudança precisa começar no gestor.

Nós vimos, recentemente, mais um comportamento inaceitável do nosso ex-presidente, o Lula. Independentemente de qualquer partidarismo, me apavora o modo superficial, brejeiro e insolente como estão sendo tratadas questões que são cruciais para uma mudança positiva para o Brasil. Partidarismo não é, nem nunca foi, desculpa para falta de educação. Mas hoje, é o que estamos vendo nas mídias, quase que diariamente.

Em vídeo recente, vemos Lula atacando fortemente o Prefeito de São Paulo, João Dória, de forma totalmente desnecessária e pior, com uma tremenda falta de educação. Enquanto critica, o líder deixa de liderar para apenas polemizar. Enquanto polemiza, diminui, propositalmente, toda e qualquer iniciativa que esteja sendo tomada para tentar reverter uma situação lamentável pela qual o Brasil passou e ainda passa.

Eu critico, veementemente, a forma como ele se portou, e não é um fato isolado, infelizmente, porque trabalho com gestão há mais de 20 anos e posso dizer, por experiência própria: um líder só é respeitado quando conquista seus liderados, quando efetivamente propõe mudanças e esquece rusgas pessoais para se ater ao que realmente interessa: iniciativas que provoquem mudanças.

Se estamos falando em mudança de comportamento para gerar um novo futuro, precisamos lembrar: essa mudança tem que acontecer em todos os níveis e começar do alto, dos cargos de gestão e liderança, para ser absorvida e multiplicada pelos times e colaboradores. Como pedir que haja uma mudança no país, se os próprios líderes perpetuam comportamentos inaceitáveis de falta de respeito ao outro? Vale pensar.

4 Comentários

  1. Gilberto Rocha de Castro disse:

    Linda ,maravilhosa ,cada vez mais competente,cada vez um ser humano em evolução e aprimoramento.Seu fan número um Gilberto Rocha de Castro .gilrockcastro@yahoo.com.br

  2. Ricardo Vasconcelos Lelis disse:

    Boa tarde,

    eu relutei bastante em vir aqui comentar. Havia visto o post no Instagram, mas comentários lá soam como agressão gratuita.

    Eu concordo em partes com o que você escreveu no post. Estamos vivendo uma intolerância enorme. Se a pessoa é de direita ou esquerda e externa isso para os demais, é agredido de forma gratuita simplesmente por pensar de forma distinta do ouvinte.

    A colocação do ex-presidente como “o agressor” em cima de João Dória é um tanto quanto injusta. João Dória como gestor ataca o ex-presidente em qualquer microfone que lhe é servido, mas as pessoas não se lembram disso. (Mas eu me lembro!). Temos uma mídia golpista, partidária e parcial no Brasil que ataca o ex-presidente e seus apoiadores a mais de 2 anos de forma ainda mais agressiva do que João Dória é atacado.

    Desqualificar o ex-presidente e tudo que ele representou ao Brasil em seus 2 mandatos é uma forma de agredi-lo, apenas não está usando e abusando do baixo calão, mas é uma ofensa sim. Quando é dito no texto “Rusgas pessoais”, acho um pouco equivocado, mesmo porque a 2 anos atrás, João Dória não era ninguém no mundo político, apenas um gestor, como sempre se intitula.

    Acredito sim, que o gestor deve agir de forma que atraia os demais para perto dele, afinal o gestor sozinho não coloca 1 real dentro da empresa, por mais que se esforce.

    Que fique bem claro, não estou questionando sua opinião política assim como não estou expondo a minha, mas o bom gestor deve ter a justiça como um de seus atributos.

    Grande abraço!

    Ricardo Vasconcelos Lelis

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